quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Catalisador precisa vir com selo do Inmetro


Desde 3 de abril de 2010, os catalisadores só podem ser fabricados ou importados com o selo de avaliação do Inmetro.


A partir dessa data, entrou em vigor o prazo estabelecido pela Portaria 346/2008 do órgão, que aprova o regulamento técnico de avaliação da conformidade para catalisadores, peça que faz parte do sistema de escapamento do carro e transforma os gases tóxicos produzidos pela combustão do motor em gases menos poluentes.

O selo deve vir estampado na peça e também aposto na embalagem, quando existir. "Isso atesta que o catalisador foi submetido a ensaios de medição de emissão de gases de escapamento, e está de  acordo com as características de qualidade, aplicabilidade e durabilidade compatíveis com as necessidades de controle ambiental", diz o superintendente do Ipem-SP (Instituto de Pesos e Medidas do Estado de São Paulo), Fabiano Marques de Paula.

A obrigatoriedade visa sobretudo combater o comércio de peças falsificadas ou de baixa qualidade. Os ensaios devem ser realizados em laboratórios acreditados pelo Inmetro. Fabricantes e importadores devem entrar em contato com o instituto ou procurar um laboratório acreditado para orientações e apresentação da documentação estabelecida pela portaria.

Varejistas e atacadistas terão mais um ano – ou seja, até 3 de abril de 2011 – para comercializar os estoques remanescentes sem o selo de avaliação da conformidade do Inmetro. Após essa data, os estabelecimentos que venderem catalisadores sem o selo do Inmetro poderão ser autuados pelos fiscais do Ipem e ter o material apreendido.

Mecanismo de elevação do vidro com problema


Dicas para mecanismo de elevação do vidro com problema.

A primeira observação é verificar se está subindo torto, caso esteja, procure um técnico para verificar o mecanismo de elevação.
Se estiver subindo certo e estiver agarrando, verifique a calha onde o vidro corre.
Quando há um acumulo grande de sujeira nessa calha o vidro tem dificuldades de subir.
Limpe a calha, colocação de grafite ou dependendo do estado, se faz necessária a troca desta.
Se o mecanismo for elétrico e não apresentar defeito nas calhas, procure um técnico para verificar o motor do mecanismo.

Flex – O que é?


A tecnologia Flex é fruto de pesquisas norte-americanas, européias e japonesas, que se iniciaram na década de 80. Foi criado um motor inteligente, que reconhece o teor de álcool
em mistura com a gasolina e ajusta automaticamente a operação do motor às condições mais favoráveis ao uso da mistura em questão.

Como funciona?

Sensores existentes no sistema de injeção de combustível enviam informações para um programa de computador, que analisa e quantifica a mistura entre álcool e gasolina no tanque. Os sensores são de:
  • Temperatura;
  • Velocidade;
  • Rotação;
  • E sonda lambda* (localizada no escapamento).
*Ela detecta a composição do gás de escape.

Com essas informações, uma unidade de comando eletrônico adapta o funcionamento do motor ao combustível, mantendo a performance do veículo.

Fique de olho:

  • Quando abastecido só com álcool, o veículo tende a oferecer melhor desempenho;
  • Quando abastecido só com gasolina, o veículo tende a oferecer melhor autonomia;
  • A principal queixa dos consumidores é a de que os flex abastecidos com álcool consomem mais do que os motores que funcionam somente com esse combustível. A explicação é a seguinte: para poder trabalhar com álcool e gasolina simultaneamente, o flex tem uma taxa de compressão intermediária, abaixo do nível ideal, fazendo com que o motor não aproveite a máxima energia contida no álcool.
  • A tecnologia flex permite baixar o índice de emissão de poluentes;
  • O kit de gás natural veicular pode ser instalado nos motores flex;
  • Não há risco de problemas de partida nos dias frios quando abastecido apenas com álcool, porque no compartimento no motor flex existe um reservatório de gasolina para partida a frio.
Veja o caso do Gol Total Flex (testes realizados pela Quatro Rodas):
VeículoCombustívelKm/l
 Gol Total Flex 100% Gasolina 7,64
 Gol Total Flex 100% álcool 5,29
 Gol Total Flex 50% gasolina/50% álcool 6,37

 

Vale lembrar

O consumidor só terá vantagem no uso do automóvel bicombustível se o litro do álcool estiver custando até 70% do preço da gasolina. Para saber qual deles é mais vantajoso, basta dividir o preço do álcool (A) pelo da gasolina (G) e multiplicar o resultado por 100. Caso esse número seja maior que 70, compensa abastecer com a gasolina.
Exemplo:
A (R$ 1,15) / G (R$ 2,30) x 100 = 50 (vantagem para o álcool). Quanto à manutenção, o importante é não deixar gasolina no reservatório de partida a frio por muito tempo, pois ela pode gerar uma goma e entupir o orifício de passagem do combustível, deixando o sistema de partida a frio sem funcionar.

Cuidados com a Bateria do carro


Dicas de como preservar a bateria do carro

Aplicação
Verifique se a bateria que está no seu carro é o tipo correto, conforme o catálogo do fabricante.

Fixação
Verifique se a bateria está bem presa ao suporte, evitando a vibração quando o carro estiver em movimento.

Nível da solução
A bateria é composta por placas de chumbo imersas em uma solução (ácido e água). Verifique regularmente se está solução se encontra entre 1cm e 1,5cm acima das placas.
Caso esteja abaixo deste nível, deve-se colocar água destilada (encontrada em auto-elétricas).
Nunca use água comum.

Situação elétrica do veículo
O bom funcionamento da bateria vai depender da situação elétrica do seu carro. Por isso, passe regularmente ( a cada 90 dias ) em uma auto-elétrica de sua confiança e peça a checagem da parte elétrica do seu carro. Este exame é feito por um aparelho que irá apontar se o veículo está atendendo as condições de carga exigidas pela bateria.
Cuidados
Para evitar a oxidação dos pólos, as baterias devem ser estocadas em local isento de umidade e não expostas às mudanças climáticas.
As primeiras baterias recebidas devem ser as primeiras a serem vendidas, pois perdem a carga após um período prolongado sem uso.
Quando for dar partida no seu veículo, evite exceder 7 segundos a cada vez.
Ao instalar um equipamento elétrico não original, evite instaladores não credenciados.
Para garantir a integridade do sistema elétrico, faça regularmente manutenções.
Nunca feche curto-circuito entre os pólos da bateria, pois esse procedimento é extremamente prejudicial a mesma. Se efetuado no veículo pode comprometer a integridade do sistema eletrônico.
Montagem
Desconecte o cabo negativo.
Não bata as baterias e evite encliná-las mais que 45°.
Instale a bateria nivelada e aperte as conexões, sempre o cabo negativo por último.
Remova a corrosão dos terminais, bandejas, retentores e suportes antes de instalar novas baterias.
Dica  Bateria

Examine pelo menos a cada seis meses o nível da água de sua bateria, se não souber faze-lo procure um posto e complete o nível da solução, ou se informe onde você comprou sua bateria.
Obs: Se você for viajar e deixar sua moto ou seu carro por muito tempo sem ligar, desligue o polo [ - ] negativo, assim evitará que sua bateria descarregue.

Dicas: Evite ficar com os equipamentos elétricos, ligados por muito tempo.
exemplo: Rádio, com o veiculo desligado.

Antes de trocar sua bateria, não se esqueça de avisar se o seu veiculo possui alarme, som ou computador de bordo.


Bateria

A bateria converte energia química em energia elétrica. Os primeiros carros davam partida por manivela. Apenas em 1912 que surgiu a ignição por bateria e os novos automóveis passaram a vir equipados com a partida elétrica tendo uma fonte de energia (bateria) e uma fonte de produção de corrente (dínamo ou alternador)...

Bateria fraca de injeção eletrônica

Se seu veículo for de injeção eletrônica e a bateria estiver fraca, não adianta tentar aquele velho truque de fazer o carro 'pegar no tombo'. Isso porque a bomba de gasolina não vai consequir presturizar o combustível nos bicos injetores. A única alternativa viável é apelar para a ligação com bateria de outro veículo. É importante ficar atento para a polaridade das baterias.

Amortecedores do carro: como usar, quando trocar, como aumentar a sua vida útil


Os amortecedores são muito importantes no nosso carro. Eles são responsáveis por controlar e diminuir o balanço e as oscilações que o carro sofre

Os amortecedores são muito importantes no nosso carro. Eles são responsáveis por controlar e diminuir o balanço e as oscilações que o carro sofre. Apenas lembramos do amortecedor quando ele está ruim. O nosso conforto sai bem prejudicado.

Quem dá o molejo e o conforto do carro é a mola, mas sem a ajuda do amortecedor, a cada vez que se passasse em cima de uma lombada, o carro ficaria balançando por um bom tempo, o que seria bem irritante.

O amortecedor trata de fazer com que o balanço da mola pare rapidamente. Como podemos fazer para que o amortecedor tenha uma maior vida útil? Como devemos usar o carro para que ele seja menos prejudicado e continue funcionando bem?

Uma coisa importante a fazer é escolher caminhos mais suaves. Se você pode chegar até a sua casa por uma rua de asfalto e outra de paralelepípedos, você já sabe qual delas deve usar para desgastar menos o amortecedor, é óbvia a escolha.

Se os amortecedores tiverem que trabalhar menos, vão poder durar mais. Se tiver que passar por uma rua ruim, sem alternativas, escolha fazer isso devagar. O mesmo vale para as lombadas, passe por elas sem pressa.

Para sermos mais gentis com nossos amortecedores, temos sempre que verificar todo o conjunto da suspensão. Se ela estiver boa, não vai maltratar eles. Verifique as buchas. SE tiver alguma rachada ou gasta, tem que trocar.

As molas também devem estar boas. Se tivermos molas que já passaram da hora da troca, elas vão cair, ou seja, sustentar menos o carro. Com isso, o veículo inteiro estará apoiado em cima dos amortecedores, o que vai fazer com que eles se gastem bem rápido.

Quando trocar os amortecedores? Algumas marcas dizem que temos de fazer a troca a cada 30.000 quilômetros, mas isso nem sempre é necessário. Se o uso que você faz do carro é sempre suave, ou se você sempre anda em estrada, pode ser que eles durem o dobro disso, tranquilamente.

E como saber se os amortecedores estão bons? Balance um canto do carro, tanto da dianteira quanto da traseira, empurrando aquela parte com força para baixo. O carro deverá balançar no máximo uma vez.

Se ele balançar mais do que isso, os amortecedores não estão bons mais. E prepare-se, pois eles são meio caros. E a idéia de que as molas são mais baratas é errada. Elas muitas vezes custam 80% do valor do respectivo amortecedor.

10 mandamentos para economizar o combustível do carro


Confira as 10 dicas preparadas para você economizar o comustível do seu carro.

Essas dicas rápidas servem para você economizar combustível:
1 - Não estique as marchas, trocando-as numa rotação mais adequada.

2 - Aceleração progressiva e controlada. Nada de arrancadas e freadas bruscas.

3 - Sempre faça as revisões e manutenções preventivas nos bicos, velas, e peças necessárias.

4 - Escolha bem o posto onde vai abastecer para evitar prejuízos com combustível adulterado.

5 - Utilize preferencialmente gasolina aditivada, ou aditivos para manter o sistema 'limpo'.

6 - Verifique rotineiramente as condições do filtro de ar.

7 - Não ultrapasse a velocidade limite do carro.

8 - Faça uso do freio motor em declives acentuados.

9 - Sempre deixe os pneus na calibragem correta, e não carregue peso 'morto' (desnecessário) no carro.

10 - Use o ar-condicionado sempre que necessário, mas sem exageros.

Correia ou corrente?


Você sabe qual dos dois o seu motor usa? Essa dúvida pode custar caro depois

Um dia o mecânico Pedro Scopino ouviu de uma cliente um pedido que parecia comum. “Dá uma olhada na correia dentada do meu Classe A? Me disseram que, se ela quebrar, vai me dar um grande prejuízo”, disse ela. “Só que o Mercedes-Benz A 160 dela não tinha correia dentada e sim corrente. E não foi só ela que me perguntou isso. Muita gente me pede para trocar correia dentada de Ford Ka e de Toyota Corolla, entre outros. Mas nenhum desses tem correia, tem corrente”, diz o mecânico, que é dono da Auto Mecânica Scopino e consultor técnico do Sindirepa, o sindicato dos mecânicos de São Paulo.

Como a tal cliente, muitos proprietários não sabem exatamente o que está sob o capô de seus automóveis. Sorte de essa cliente ter encontrado uma oficina honesta pela frente, mas esse desconhecimento pode ser a chance de cair no golpe da correia e pagar por uma troca que nunca foi feita, pois em geral as correntes do comando de válvulas duram 100 000 km ou mais.

Para começar, vale saber para que serve a correia dentada em um motor. Ela movimenta e sincroniza as válvulas em relação aos pistões. Se a correia se quebrar, as válvulas param, deixando de admitir o ar e o combustível e de eliminar os gases da combustão. Como elas param, os pistões se chocam com algumas delas, o que trava o motor. É daí que vem o alto custo do conserto de que todo mundo fala (e que teme). “Aconteceu de um cliente comentar com outro que teve um grande prejuízo ao deixar a correia dentada quebrar e esse comentário, de boca em boca, leva alguns usuários a vir aqui para trocar a correia, mas nem sempre seus carros têm correia. Podem ter corrente”, afirma Scopino. É para evitar essa fragilidade que alguns fabricantes optam pela corrente, que faz o mesmo serviço que a correia, porém, dura mais.

Prejuízo de 4 000 reais
O publicitário Henrique Almeida, 22 anos, sentiu no bolso o que acontece quando uma correia dentada quebra. “Fui deixando para depois a troca da correia da minha Marea Weekend 2.0 20V e ela acabou estourando. Isso entortou as 20 válvulas do motor, uma brincadeira de 4 000 reais”, diz o publicitário. “Depois disso, arrumei e acabei vendendo o carro, mas acabei comprando outro Marea, dessa vez sedã. A primeira coisa que fiz foi trocar a correia”.

Almeida rodou 30 000 km com o novo carro e talvez pudesse rodar bem mais com ele, mas prefere não arriscar, algo a que Scopino dá razão. “A correia dentada fica coberta por uma capa, o que dificulta sua visualização. É raro apresentar ruídos estranhos antes da quebra. A manutenção é em cima da quilometragem, mesmo, que deve ser respeitada em relação à recomendação do manual do fabricante. Ali muitas vezes se diz para reduzir a recomendação pela metade para utilização em serviço severo. Lembrando: utilização constante em trânsito é considerada uso severo”.

Não espere, portanto, ver a correia gasta ou ouvir algum chiado específico. Está na dúvida? Mande trocar a correia. Carros como o Fiat Palio, o Chevrolet Celta e o VW Gol têm recomendação de troca a cada 60 000 km. Com uso severo, essa recomendação cai para 40000 km. Já os Ford Escort 1.8 16V Zetec e o Fiesta 1.4 16V, que também usam correia, têm recomendação de troca em 120 000 km. Com uso severo, ela cai para 100 000 km. “A diferença na quilometragem de troca não é pela qualidade das peças, mas pelo próprio projeto do motor”, diz Eduardo de Oliveira Neves, proprietário da Nipo-Brasileiro Serviços Automotivos.

Apesar de serem resistentes, as correntes também precisam ser substituídas um dia, mas elas têm a vantagem de dar o aviso antes. A troca da correia dentada varia de 40 000 km a 100 000 km, enquanto a troca da corrente pode variar de 100 000 km até quando ela fizer ruído. “E é muito raro uma corrente quebrar, diferentemente do que ocorre com a correia dentada. Antes de quebrar, os elos de uma corrente fazem barulho durante um bom tempo. A durabilidade é maior porque, além de ela ser feita de aço, ela ainda recebe a lubrificação do óleo do motor”, afirma Scopino.

Como a complexidade na troca é mais alta, o valor da substituição da corrente também é significativamente maior. A troca da correia dentada em um carro popular parte de 400 reais. Já substituir a corrente de um Ford Ka, que tem motor Zetec Rocam, custa cerca de 1 000 reais.


AÇÃO COLETIVA

Mesmo motores que usam corrente podem utilizar correias, mas para outro objetivo. A função não é sincronizar as válvulas e sim dar vida a outros equipamentos, como compressor do ar-condicionado, bomba da direção hidráulica, bomba d’água, alternador e por aí afora. As correias mais comuns para isso são as V, que recebem esse nome por causa do formato de sua parte interna, em V, para se encaixar bem no sulco das polias. Além dessa, há também a poli-V, que traz diversas fileiras em V (de três a seis fileiras), uma ao lado da outra, e também se presta a movimentar os equipamentos auxiliares, com uma vantagem: uma correia poli-V pode tocar todos os equipamentos de uma vez (a V não se presta a isso). A desvantagem é que, se ela arrebentar, todos esses equipamentos param também. A vida útil dessas outras correias é significativamente menor: vai de 20 000 km a 40 000 km. Os preços variam de 15 reais a mais de 150 reais, dependendo do carro e da aplicação.


TROCAR OU NÃO TROCAR? EIS A QUESTÃO

Os carros que usam corrente no motor, entre os modelos nacionais, do Mercosul e do México
Chevrolet: Ecotec (Captiva) e o V6 3.6 (Omega e Captiva)
Ford: todos os motores atuais da marca
Honda: todos os motores da marca
Nissan: todos os motores da marca usam corrente, exceto o 1.6 da Livina, de origem Renault, que usa correia
Toyota: todos os motores da marca

Partida do carro a álcool

Aquele velho hábito de esquentar o motor do carro a álcool antes de sair com ele já não vale mais.
Nos automóveis modernos, o mecanismo do motor não precisa ser previamente 'aquecido'.
Basta apenas que você não force o motor logo de início, saindo com o veículo de maneira tranquila.
Dessa forma, a temperatura do carro vai sendo gradativamente estabilizada, e todas os componentes, como o câmbio e demais peças de transmissão, lubrificação e freios, atinjam a temperatura ideal de funcionamento em conjunto com o motor.